Geraldo Rodrigues Álvares

Geraldo Rodrigues Álvares, curvelano, nascido em 1939, casado com Lenira de Castro Álvares (já falecida), tendo os seguintes filhos: Pedro Henrique, Janine e José Eduardo, casados respectivamente com Sandra, Álvaro e Patrícia; e os netos: Lucas, Letícia, Miguel e Arthur. Com essa família tem aprendido: é preciso ser uns com os outros, cada vez mais, sempre! Possui graduação em Direito (1965), em Filosofia (1971). Especialização: Filosofia e História da Educação (1976), História do Brasil (1984), Docência Superior: novas linguagens, novas abordagens (2002). Mestrado em Ciências da Educação (2007). Com esses cursos e práticas correspondentes, aprendeu: “é preciso estudar e produzir conhecimento, sempre”! A sua vida profissional esteve sempre ligada à Educação e à História. Como professor, lecionou desde 1975 na Escola Estadual Bolivar de Freitas, Instituto Santo Antônio, Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) e Faculdade de Ciências Humanas de Curvelo (FACIC); na FACIC criou, em 2000, o Museu Vivo de História Local (MVHL) e, em 2013, o Centro de Memória “Professora Antônia Cleusa Guimaraes”. O seu ingresso na Academia Curvelana de Letras, em 2011, incentivou ainda mais o seu gosto pela pesquisa sobre Curvelo, pois o seu patrono, Antônio Gabriel Diniz, é exemplar na produção de história local, fundada na documentação. Em 2009, publicação do livro “Curvelo: um lugar colonial” em parceria com os Professores Élvia Maria Antônio e Henrique Duarte Gutfraind. Atualmente, como professor aposentado e membro da Academia Curvelana de Letras continua o seu trabalho de investigação sobre Curvelo com o intuito de contribuição ao acervo do Museu Vivo de História Local, do qual é coordenador. Nesse sentido, criou os “Cadernos de História Local” (publicação interna), sendo o número 03 desses cadernos (Caminho Histórico da Igrejinha do Rosário), pronto para publicação. Em seguimento à mesma motivação, através de trabalhos sobre personalidades literárias locais e regionais (como Lúcio Cardoso, Guimarães Rosa, Zuzu Angel...), o seu caminho de pesquisa é recortado na ligação entre História Local e Educação Patrimonial. Nesse contexto, através dos tempos, considera: é preciso conhecer e construir Curvelo, como “Lugar de Memória”, sempre!